A ERA DO VAZIO GILLES LIPOVETSKY PDF

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Author:Takus Zum
Country:Cameroon
Language:English (Spanish)
Genre:Personal Growth
Published (Last):16 November 2015
Pages:395
PDF File Size:12.72 Mb
ePub File Size:20.80 Mb
ISBN:567-9-12568-898-5
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A seduo no pra. A era do vazio: ensaios sobre o individualismo contemporneo. Barueri, SP: Manole, A seduo no pra Como denominar a onda bsica caracterstica da nossa poca que substitui, por toda a parte, a coero pela comunicao, o proibido pelo prazer, o annimo pelo sob medida, a reificao pela responsabilizao e que tende a instituir um ambiente de proximidade, de ritmo e de solicitude liberado do registro da Lei? Msica, informao vinte e quatro horas por dia, gentil organizador, S0S amizade. At mesmo a polcia tende a humanizar a marca da sua imagem, abre as portas das delegacias, explica-se para a populao, enquanto o exrcito se dedica s tarefas civis.

Se "os policiais rodovirios so simpticos", por que os militares tambm no podem ser? Definiu-se a sociedade ps-industrial como uma sociedade de servios, porm, mais diretamente ainda, como o self-service que pulveriza inteiramente a antiga disposio disciplinar, e o faz no pelas foras da Revoluo, mas, sim, pelas ondas radiantes da seduo.

Longe de estar circunscrita s relaes de interao entre as pessoas, a seduo se tornou um processo geral com tendncia a regrar o consumo, as organizaes, a informao, a educao, os costumes. Toda a vida das sociedades contemporneas passou a ser comandada por uma nova estratgia que destronou a primazia das relaes de produo em favor de uma apoteose das relaes de seduo.

Liberada do gueto da superestrutura e da ideologia, a seduo se tornava o relacionamento social dominante, princpio da organizao global das sociedades da abundncia. No entanto, esta promoo da seduo, assimilada era do consumismo, logo revelou seus limites; a finalidade do espetculo consistia em transformar o real em representao falsa, em ampliar a esfera da alienao e da desapropriao. Seduzir e abusar por meio do jogo da aparncia, o pensamento revolucionrio, mesmo atento ao novo, sempre tinha a necessidade de localizar uma seduo negativa para realizar sua inverso: tributria do tempo revolucionrio-disciplinar, a teoria do espetculo reconduzia verso eterna da seduo, da astcia, da mistificao e da alienao de conscincias.

Sem dvida, preciso comear pelo mundo do consumo. Com sua profuso luxuriante de produtos, imagens e servios, com o hedonismo ao qual induz, com seu ambiente eufrico de tentao e proximidade, a sociedade de consumo revela claramente a amplido da estratgia da seduo.

No entanto, ela no se limita ao espetculo do acmulo; mais exatamente, identifica-se com a repetida multiplicao das escolhas que torna possvel a abundncia, levando a maioria das pessoas a permanecerem mergulhadas num universo transparente e aberto, ao lhes oferecer cada vez mais opes e combinaes sob medida, permitindo, assim, circulao e escolha livres. E estamos apenas no comeo. Esta lgica ir se desdobrar inexoravelmente medida que as tecnologias e o mercado forem colocando disposio do pblico uma diversificao cada vez maior de bens e de servios.

Atualmente, a TV a cabo oferece por regies, nos EUA, a escolha entre oitenta canais especializados, sem contar os programas la carte; estima-se que, para atender s exigncias do pblico daqui a seis ou sete anos, sejam necessrias emissoras de TV a cabo. De agora em diante, o self-service e o atendimento [p.

Assim, a sociedade ps-moderna se caracteriza por uma tendncia global a reduzir as atitudes autoritrias e dirigistas e, ao mesmo tempo, aumentar a oportunidade das escolhas particulares, a privilegiar a diversidade e, atualmente, a oferecer frmulas de "programas independentes" nos esportes, nas tecnologias psicanalticas, no turismo, na moda casual, nas relaes humanas e sexuais. A seduo nada tem a ver com a representao falsa e a alienao das conscincias; ela que dirige o nosso mundo e o remodela de acordo com um processo sistemtico de personalizao cuja finalidade consiste essencialmente em multiplicar e diversificar a oferta, em oferecer mais para que voc possa escolher melhor, em substituir a induo uniforme pela livre escolha, a homogeneidade pela pluralidade, a austeridade pela satisfao dos desejos.

A seduo remete ao nosso universo de gamas opcionais, das nuanas exticas, da ambincia psicolgica, musical e informativa, no qual cada um tem o prazer de compor vontade os elementos da sua existncia. Construa a "sua" viagem: os itinerrios propostos em nossos guias de viagem so apenas sugestes que podem ser combinadas e tambm modificadas levando em conta o que cada um pretende. A vida sem imperativo categrico, a vida kit que pode ser modulada em funo das motivaes pessoais, a vida flexvel na era das combinaes, das opes e das frmulas independentes possvel graas a uma oferta infinita; 2 assim que a seduo opera.

Seduo, no sentido em que o processo de personalizao reduz os quadros rgidos e coercitivos, funciona com suavidade respeitando as inclinaes do indivduo, seu bem-estar, sua liberdade e seus interesses.

O processo de personalizao comea at mesmo a reorganizar a ordem da produo, se bem que ainda muito timidamente, deve-se reconhecer.

Assim mesmo, a tendncia personalizao se [p. Na obra Lafoule solitaire ["A multido solitria"], Riesman observou que a cordialidade imposta e a personalizao dos relacionamentos de trabalho e dos servios vo aos poucos substituindo o enquadramento funcional e mecnico da disciplina. E mais ainda, assistimos multiplicao dos tcnicos de comunicao e dos psicoterapeutas nas empresas. Eliminam-se as paredes que separam os escritrios, trabalha-se em espaos abertos, solicitam-se de todas as partes a concordncia e a participao.

Tenta-se aqui e ali, muitas vezes apenas em carter experimental, humanizar e reorganizar o trabalho manual: ampliao de tarefas, job enrichment, formao de grupos autnomos de trabalho.

O crescimento da futura tecnologia eletrnica e os programas informativos permitem que se imaginem alguns panoramas futuros: desconcentrao das empresas, incremento do trabalho em domiclio, "casa eletrnica". J estamos assistindo organizao flexvel do tempo de trabalho: horrios variveis ou de acordo com as necessidades, trabalho intermitente.

Por trs da especificidade desses dispositivos, delineia-se uma mesma tendncia que define o processo de personalizao: reduzir a rigidez das organizaes, substituir os modelos uniformes e pesados por dispositivos flexveis, privilegiar a comunicao em relao coero. O processo conquista novos setores e vai atingir uma extenso ainda difcil de imaginar com as novas tecnologias com base nos microprocessadores e nos circuitos integrados.

J existem no ensino: trabalho independente, sistemas opcionais, programas individuais de trabalho e auto-apoio por microcomputadores; estabelecimento, dentro de prazo mais ou menos longo, do dilogo on-line, da auto-avaliao, da manipulao pessoal da informao. A mdia est sofrendo uma reorganizao que se desloca no mesmo sentido; alm das redes a cabo, das rdios livres e dos sistemas "interativos", h a exploso do vdeo, o videocassete, os videoteipes que personalizam o acesso informao, s imagens.

Os jogos eletrnicos e as milhares de frmulas que eles oferecem aumentam e privatizam em larga escala as possibilidades ldicas e interativas estima-se que em quatro residncias americanas uma ser em breve equipada com jogos eletrnicos. A microinformtica e a galxia vdeo determinam a nova onda de seduo, o novo vetor da acelerao da individualizao dos seres, depois da idade herica do automvel, do cinema e dos eletrodomsticos. A seduo em curso particularizada. Atualmente todas as esferas so anexadas cada vez mais depressa por um processo de personalizao multiforme.

Na ordem psicoteraputica surgiram novas tcnicas anlise transacional, grito primal, bioenergia que do mais audcia ainda personalizao psicanaltica, julgada "intelectualista" demais; dar prioridade aos tratamentos rpidos, s terapias "humanistas" de grupo, liberao direta do sentimento, das emoes e das energias corporais: a seduo investiu em todos os plos, desde o software at a catarse "primitiva".

A medicina sofreu uma evoluo paralela: acupuntura, visualizao do corpo interior, tratamento natural por meio de ervas, bio-regenerao, homeopatia; as terapias "suaves" ganham terreno preconizando a subjetivao da doena, a responsabilidade "holstica" da sade pela prpria pessoa, a explorao mental do corpo em ruptura com o dirigismo hospitalar; o doente no deve mais aceitar seu estado passivamente, pois o responsvel pela sua sade e pelos seus sistemas de defesa graas aos potenciais da autonomia psquica.

Ao mesmo tempo, o esporte v o desenvolvimento de atividades livres da cronometragem, do enfrentamento e da competio, privilegiando o treinamento sob encomenda, a sensao de planar, de acordo com a escolha do corpo corrida, windsurfe, ginstica leve, etc.

Os costumes tambm se voltaram para a lgica da personalizao. A tnica do tempo reside na diferena, na fantasia, na descontrao; o padronizado e o afetado no tm mais tanta aceitao. O culto espontaneidade e a cultura psi estimulam as pessoas a serem "mais" elas mesmas, a "sentirem", a se analisarem, a se libertarem dos papis e dos "complexos". A cultura ps-moderna a cultura do feeling e da emancipao individual estendida a todas as categorias de idade e de sexo.

A educao, antes autoritria, tornou-se altamente permissiva, atenta aos desejos das crianas e dos adolescentes enquanto, por toda a parte, a onda hedonista elimina a culpa do tempo livre e encoraja a nossa entrega a ele sem entraves e o aumento da quantidade de lazeres. A seduo: uma lgica que segue seu caminho, que no poupa mais nada e que, assim fazendo, cria uma socializao suave e tolerante, dedicada a personalizar-psicologizar o indivduo.

A linguagem torna-se o eco da seduo. No existem mais surdos, cegos, pernetas; estamos na era dos que ouvem mal, dos que enxergam mal, [p. Os capetinhas agora so crianas com problemas ou casos sociais e o aborto interrupo voluntria da gravidez.

At mesmo os analisados so analistas. O processo de personalizao faz uma assepsia no s no vocabulrio como tambm no corao das cidades, nos centros comerciais e na morte. Tudo que tem conotao de inferioridade, deformidade, passividade, agressividade deve desaparecer por meio de linguagem difana, neutra e objetiva: este o ltimo estgio das sociedades individualistas. Paralelamente s organizaes flexveis e abertas administra-se uma linguagem eufmica e lenitiva, um lifting semntico de acordo com o processo orientado para o desenvolvimento, o respeito e a organizao das diferenas individuais: "Eu sou um ser humano.

No dobre, no estrague, no tora. Tudo deve se interligar sem resistncia, sem relegao, em um hiperespao fluido e acsmico semelhana das telas e cartazes de Folon. Se o processo de personalizao inseparvel de uma esterilizao cuidadosa do espao pblico e da linguagem, de uma seduo irreal moda das vozes edulcoradas das recepcionistas dos aeroportos, ele tambm inseparvel de uma animao rtmica da vida particular.

Vivemos uma formidvel exploso musical: msica interminvel, paradas de sucesso, a seduo psmoderna hi-fi. Daqui por diante o aparelho de som um bem de primeira necessidade, praticamos esportes, passeamos, trabalhamos com msica, dirigimos em estreo, a msica e o ritmo se tornaram em poucos decnios parte permanente do nosso ambiente, trata-se de um entusiasmo de massa.

Para o homem disciplinar-autoritrio a msica se achava circunscrita a lugares e momentos especficos, tais como concertos, boates, teatros de revista, bailes, rdio; o indivduo ps-moderno, ao contrrio, vive ligado msica desde o amanhecer at a noite, como se tivesse a necessidade de estar sempre em outro lugar, de ser transportado e envolvido por uma ambincia sincopada; tudo acontece como se ele precisasse de uma desrealizao estimulante, eufrica ou embriagadora do mundo.

Da mesma maneira que as instituies se tornam flexveis e mveis, o [p. As performances tcnicas 5 da estereofonia, os sons eltricos, a cultura ao ritmo inaugurada pelo jazz e prolongada pelo rock permitiram que a msica se tornasse esse meio privilegiado do nosso tempo porque est em consonncia estreita com o novo perfil do indivduo personalizado e narcisstico, que tem sede da imerso instantnea, sede de se "divertir" no apenas nos ritmos dos ltimos sucessos mas tambm das mais diversas msicas, as mais sofisticadas que, no momento, esto constantemente disposio de todos.

A seduo ps-moderna no nem um sucedneo da comunicao ausente nem um cenrio destinado a ocultar a abjeo dos relacionamentos de negcios. Isso seria faz-la cair no consumismo de objetos e manifestaes artificiais, seria reinjetar engodos onde existe, acima de tudo, uma operao sistemtica de personalizao, ou seja, de atomizao do social ou alargamento abissal da lgica individualista.

Fazer da seduo uma "representao ilusria do no-vivido" Debord significa prolongar o imaginrio das pseudonecessidades, a oposio moral entre o real e a aparncia, um real objetivo ao abrigo da seduo, ao passo que ela se define a princpio como processo da transformao do real e do indivduo.

Longe de ser um agente de mistificao e de passividade, a seduo a destruio fria do social por um processo de isolamento que se administra no mais pela fora bruta ou o enquadramento regulamentar, mas, sim, pelo hedonismo, a informao e a responsabilizao. No reinado da mdia, dos objetos e do sexo, cada qual se observa, avalia-se, volta-se mais para si mesmo espreita da sua verdade e do seu bem-estar, cada qual se torna responsvel pela prpria vida e deve administrar da melhor maneira o seu capital esttico, afetivo, psquico, ertico, etc.

Aqui a socializao e a dessocializao se identificam, no auge do deserto social se ergue o indivduo soberano, informado, livre, o prudente administrador da prpria vida: quando ao volante, cada qual coloca seu cinto de segurana. Fase ps-moderna da socializao, o processo de personalizao um novo tipo de controle social desembaraado dos pesados processos da massificao-reificaorepresso. A integrao se realiza pela persuaso, [p. Logo o videotexto apresentar "rvores de deciso", sistemas de perguntasrespostas que permitiro ao consumidor comunicar ao computador seus prprios critrios a fim de efetuar uma escolha racional e, principalmente, personalizada.

A seduo deixou de ser libertina. Com certeza tudo isso no data de hoje. H sculos as sociedades modernas inventaram a ideologia do indivduo livre, autnomo e semelhante aos demais. Paralelamente, ou com inevitveis assincronias histricas, estabeleceu-se uma economia livre baseada no empreendedor independente e no mercado, do mesmo modo que os regimes polticos democrticos.

Desse modo, na vida cotidiana, o modo de vida, a sexualidade, o individualismo at data recente viu-se 6 barrado em sua expanso por pesadas armaduras ideolgicas, instituies, costumes ainda tradicionais ou disciplinares-autoritrios.

O processo de personalizao, impulsionado pela acelerao das tcnicas, pela administrao, pelo consumismo de massa, pela mdia, pelo desenvolvimento da ideologia individualista e pelo psicologismo, leva ao ponto culminante o reinado do indivduo, explode as ltimas barreiras. A sociedade ps-moderna ou, em outras palavras, a sociedade que generaliza o processo de personalizao em ruptura com a organizao moderna disciplinar-coercitiva realiza, de certa maneira, no prprio cotidiano e por meio de novas estratgias, o ideal moderno da autonomia individual, mesmo sendo ela, evidncia, de um teor indito.

Os discretos charmes da poltica A poltica no se mantm afastada da seduo. A comear pela personalizao imposta da imagem dos lderes ocidentais: simplicidade ostentatria, o homem poltico aparece de jeans ou camiseta, reconhece humildemente seus limites e fraquezas, pe em cena sua famlia, seus relatrios de sade, sua juventude. Trudeau, foi o prprio smbolo dessa humanizao-psicologizao do poder: um presidente em "escala humana" que declarava no querer sacrificar sua vida particular, que tomava o caf da manh com garis e jantava na cidade ao lado de famlias francesas.

Que no nos enganemos, o florescer da nova mdia, principalmente a televiso, por mais [p. A poltica personalizada corresponde emergncia dos novos valores, como a cordialidade, as confidncias ntimas, a proximidade, a autenticidade, a personalidade, que so individualista-democrticos por excelncia, desdobrados em larga escala pelo consumo de massa. A seduo filha do individualismo hedonista e psi, bem mais do que do maquiavelismo poltico.

Perverso das democracias, intoxicao, manipulao do eleitorado por um espetculo de iluses? Sim e no, pois se certo que existe um marketing poltico programado e cnico, tambm verdade que as estrelas polticas no fazem mais do que se colocar em harmonia com o hbito ps-moderno do homo democraticus, com uma sociedade j personalizada e desejosa de contato humano, refratria ao anonimato, s lies pedaggicas abstratas, ao linguajar discreto, s atitudes distantes e convencionais.

Quanto ao impacto real do perfil da personalizao, pode-se perguntar se ele no est sendo consideravelmente supervalorizado pelos publicitrios e se os polticos1, eles prprios, no esto sendo envolvidos pelos mecanismos da seduo do estrelismo. Na medida em que agora todas as personalidades importantes se submetem mais ou menos seduo, o efeito se anula pela difuso e saturao miditica, e ela aparece como uma ambincia flexvel, imperativa e sem surpresa, que distrai epidermicamente um pblico que est longe de ser to ingnuo e passivo quanto imaginam os atuais detratores do "espetculo".

Ainda mais significativa do que a seduo a atual tendncia das democracias a fazer o jogo da descentralizao. Aps a unificao nacional e a supremacia das administraes centrais, temos o poder recente dos conselhos regionais, dos eleitos locais e das polticas culturais regionais. O Estado nacional-jacobino esboa uma reconverso centrfuga destinada a diminuir a rigidez burocrtica, reavalia o "pas", promove de certa maneira uma democracia de contato, de proximidade atravs de uma nova determinao territorial com personalizao regionalista.

Ao mesmo tempo, [p. A nova poltica museogrfica tem sua semelhante na poltica de regionalismo administrativa e cultural que aciona um mesmo desenvolvimento de foras e entidades descentradas, um mesmo dispositivo de dilogo entre presente e passado, entre populao e ptria.

No se trata de um efeito da nostalgia de uma sociedade devastada pela conquista do futuro e ainda menos de um espetculo miditico-poltico; mais obscuramente e mais profundamente, trata-se da personalizao do presente pela salvaguarda do passado, da humanizao dos objetos e monumentos antigos anloga das instituies pblicas e relaes entre os indivduos.

De maneira alguma imposto pelo lado de fora, de maneira alguma conjuntural, este interesse museogrfico est em consonncia com a sensibilidade ps-moderna em busca da identidade e da comunicao, pouco apaixonada pelo futuro histrico, oprimida pela idia de destruies irreversveis.

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